Recentemente lembrei-me dos meus planos de criança. Aos 10 anos havia decidido que aos 25 seria um brilhante advogado. Mas não qualquer advogado: NÃO SENHOR!!
Eu seria do tipo de advogado que se quer ver nos filmes: cínico e infalível. Soltaria inocentes levados erroneamente a julgamentos. Seria o símbolo da esperança na justiça e teria um Porsche.
Engraçado como nos enganamos a respeito do nosso futuro. Não sou infalível, nem gostaria de ter sido advogado.
Mas ainda gostaria de ter um Porsche...